Onde estão as subcelebridades da bunda music de outrora:
“Não posso nem sambar, to fardado” foi A Frase!
Onde estão as subcelebridades da bunda music de outrora:
“Não posso nem sambar, to fardado” foi A Frase!
→ 2 ComentáriosCategorias: Música
Meu pai era fotógrafo e eu costumava acompanhá-lo como ajudante em casamentos e aniversários pela vida afora. Já perdi a conta dos casamentos que fui com ele, perdi a conta das noivas que vi entrando ao som da Marcha Nupcial, perdi a conta dos vestidos brancos, dos véus e dos buquets. Também perdi a conta das trapalhadas que protagonizei nessas ocasiões, como da vez em que derrubei um arranjo de flores enorme durante a entrada da noiva ou quando tropecei nos fios do refletor da câmera quase derrubando tudo no chão.
Mas no sábado pela primeira vez meus olhos encheram d’água com essa cena, que já perdi a conta de quantas vezes vi, mas era inédita por um simples detalhe que, pra mim, fazia toda a diferença: a noiva era uma das minhas grandes amigas. A primeira das grandes amigas que vi entrar na igreja.
Provavelmente esse detalhe não só foi responsável por meus olhos encherem d’água em diversos momentos da cerimônia, como também por eu ter a certeza de que Juliana era a noiva mais linda que já vi na vida. A noiva mais linda com o casamento mais perfeito, que não foi atrapalhado nem pelas minhas trapalhadas (inevitáveis) de esquecer que eu iria ler as preces, deixar um vacuo no meio da cerimônia com os noivos me procurando e perguntando por mim para os padrinhos até que o padre chamou meu nome no microfone e eu saí desembestada quase derrubando violinistas no caminho…
Enfim, era um vestido branco, um véu e um buquet de rosas lilás (que eu levei pra casa e sem precisar bater em ninguém, diga-se de passagem
). Nada especial? Nada demais? Dá licensa, era uma amiga minha! Especial demais….
→ 5 ComentáriosCategorias: A vida comelaé
- Penny, eu to estressada, esse trabalho tá me matando…
- Matando nós duas, você quer dizer…
- Cara, eu to muito estressada…
- Pois é, eu to indo pra casa agora, mas vou levar essas coisas pra terminar lá.
- Quer ajuda?
- Não, precisa não. Se eu precisar de alguma coisa eu ligo. Se eu precisar tomar um porre pra esquecer “meus pobrema” eu também ligo e digo: “Desce pro bar agora! Sua chefe tá mandando você beber!” Sempre quis dizer isso…
- Cara, boa idéia… vamos tomar um porre hoje?
- Vamos! Ouvi falar de um evento bacana que vai ter lá na Ilha da Luz. Imagina que legal: a gente vai ter a oportunidade de tomar um porre lá e sem ninguém do trabalho pra aporrinhar!
- Legal, vamos sim!
Horas depois…
- É… não tinha no folder que as pessoas que estariam trabalhando no evento seriam do nosso setor… Olha lá o nosso chefe vendo a gente com cerveja na mão! Que beleza…
→ 1 ComentárioCategorias: A vida comelaé
Quando eu era criança morria de medo de folia de reis. Isso porque meu pai me dizia que palhaço de folia bate em crianças, uma das muitas caraminholas que me enfiaram na cabeça naquela época e que acabam por fazer parte de mim até hoje.
Meu tio avô já foi palhaço de folia e eu tinha muito medo dele também. Esses dias reencontrei tio Ninim, como é chamado. Engraçado, alegre e afetuoso como poucos neste mundo. Eu o fiz cantar vários versos da sua folia, que ainda sai pelas ruas até hoje. É engraçado pensar que durante tanto tempo tive medo de uma criatura tão adorável.
Hoje adoro a folia, mas ainda tenho um medinho. Não o medo pavoroso de antes, mas o medinho gostoso de sentir, com gostinho de infância, cheiro de ameixa fresca e gosto de banana amassadinha com geléia de mocotó. Aquele medinho que a gente busca, do frio na barriga e o trimilique que faz saltar quando um tambor soa alto pertinho da gente. Medinho gostoso, como medo do loop da montanha russa, de andar a mais de 100 km/h na garupa da moto com os braços abertos, ou de encostar naquela pessoa que a gente admira de longe.
Sei que medo não devia ser gostoso, mas essa sensação que deveria repelir acaba atraindo. Sei que o palhaço me dá medo, mas me atrai. Toca o tambor e começa os versos que lá vou eu atrás…
Minha mãe diz que é coragem que eu tenho. Coragem de mudar com uma mão na frente e outra atrás pra uma cidade onde não conheço ninguém, coragem de assumir riscos, de colocar a cara na reta pra separar briga… Coragem eu tenho muita mesmo, mas pra mim, ir atrás do palhaço não é coragem não, é medo mesmo. Medo de não sentir mais o medo e não sentir mais nada. Medo que faz eu ir lá de pertinho pra testar se ainda tenho medo. Vou atrás do palhaço, sinto o frio na barriga e sei que ainda estou viva, como estava quando era criança. Aí o medinho gostoso, já velho e conhecido, com cara de nostalgia, faz eu me sentir protegida.
Eu indo atrás do Palhaço. Foto by Nat
→ 8 ComentáriosCategorias: Pensamentos
Paaam-pam-pam-paam-paaaaam-pam-pam-pam-paaam!

Monsieur Brousse, eu tenho outra hipótese…

→ 3 ComentáriosCategorias: Pensamentos
Etiquetado: avião air france, lost
Cerca de 1 ano atrás no consultório da médica:
- Você faz o auto-exame das mamas?
- Ah, faço não!
- Tem que fazer! Tem que se preocupar com sua saúde!
- Deixa eu te dizer uma coisa: eu sou hipocondríaca, então saudável pra mim é não me preocupar com a minha saúde. Toda vez que eu me preocupo com minha saúde e começo a apalpar eu acho um monte de caroço e corro pro médico desesperada e ele me fala que são só glândulas!
- Ah tá, tem gente que confunde mesmo, mas se tiver alguma coisa é bem diferente a textura, você percebe a diferença. Tem que se preocupar quando é duro e fixo…
Tempos depois:
- Doutora, eu to com um caroço!
- Deita que vou te examinar.
- E é duro e fixo, como a senhora falou…
- Deixa eu ver.
- … e tá grande e disforme e… não, não, é aqui ó! E tá muito duro e fixo…
- Não tem nada aqui.
- Como não tem? Tá aqui, ó! E é duro e fixo…
- Penny, isso é…
- E tá enooorme! Eu acho que to muito ferrada! Puta merda, que droga…
- PENNY!
- Ahn?
- Isso é sua costela.
Ok, só relatei isso porque tinha prometido post ontem. Não me culpem, vocês me cobram demais.
→ 5 ComentáriosCategorias: A vida comelaé
Ok, eu explico: estava testando minha hipocondria galopante esses dias, decidi comer bacon, inventei que peguei a gripe do porco e me mantive no isolamento por cerca de um mês até descobrir que nem resfriada eu estava. Mas tô de volta, amanhã tem post novo, eu prometo.
→ 1 ComentárioCategorias: Auto-promoção
- Penny, sabe por que o Roberto Carlos quer fazer o show no Sumirá Sumaré?
- Porque ele odeia cachoeirenses e quer que todos morram num desabamento?
- Não. Porque ele é um tremendo perna-de-pau.
Pam-pam!
É muita falta do que postar, eu sei…
UPDATE: Esqueci de comentar que o interlocutor piadista é meu irmão.
Resposta alternativa: Porque ele é uma Estrela!
Pam-pam!
→ 2 ComentáriosCategorias: Ai meu ovo...
Tem gente que até ontem estava empolgadíssima com o show do Rei no estádio do Sumirá. Resta saber se vai existir um estádio até la…

foto de Renilson Chagas
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Etiquetado: Cachoeiro de Itapemirim, Roberto Carlos, Sumaré
Não assinale nenhuma opção que contenha as palavras “acelere” ou “buzine”.
O legal é que, por ser multipla escolha, se ainda assim você ficar na dúvida, sempre tem como chutar.
Parabéns pra mim!
→ 1 ComentárioCategorias: A vida comelaé