Acho que depois que saí da capitarrr comecei a me especializar em filme ruim…
Aí que, como eu não tinha Narnia melhor pra fazer, me rendi à sedução do cartaz vontade de ver filmes infantis e fui ao cinema assistir o Príncipe Caspian. É, eu fui só pra ver o tal do Caspian mesmo, até porque o outro único filme que tava em cartaz aqui na roça era o do Indy, e a entrada é cara pra ficar vendo reprise no cinema. Levei uma priminha a tiracolo pra não passar vergonha na fila de filme pra criança (como sempre faço pra ver Harry Potter e filmes da Disney), comprei pipoca, refrigerante, me enchi de coragem e lá fomos nós numa viagem emocionante a um mundo mágico com uma galerinha do barulho </sessão da tarde>.
O filme é bem melhor que o primeiro. Os animais estão menos toscos (eu disse menos, o que não significa que não estão toscos), a historinha tá mais legal, mesma coisa, pra falar a verdade, mas tá mais legal. Quem me conhece mesmo, sabe que esse tipo de comentário vindo de mim não significa nada, já que com herói cabeludo montado em cavalo, o filme pode ser a merda que for que eu vou achar ótimo. Mas o que importa é que Ray Winstone desta vez não estava lá.
O melhor de tudo mesmo (depois do Ben Barnes – já até aprendi o nome do cara) é que, sem saber, fui em uma sessão dublada. Filme pra criança, né… tava esperando o quê? Acho fantástico essa coisa de dublagem no Brasil. Não que eu saiba como é em outros países, mas aqui é uma maravilha! Além da qualidade terrível do som, no caso de Narnia, por exemplo, o diretor se esforça tanto pra escolher atores mexicanos, italianos e espanhois para caracterizar diferentes etnias, o protagonista força tanto um sotaque espanhol com igual propósito, e vem a galera da dublagem tacando um “carioquês” na geral sem piedade. Muito rico, o trabalho.
O que importa mesmo é que mal posso esperar pelo Natal pra escrever minha cartinha:
“Querido Papai Noel,
Fui uma boa menina durante todo o ano. Me comportei de maneira exemplar. Agora chegou a hora de ser devidamente recompensada. Neste ano, não vou querer uma bicicleta, nem uma boneca Barbie. Como fui muito mais boazinha que em anos anteriores, neste Natal eu mereço um brinquedo assim ó:

Certa de que serei atendida,
Penny”
PS: Tá vendo, Lorena? Dessa vez não é computação gráfica!

2 respostas Até agora ↓
lorena // Junho 14, 2008 às 10:10 pm |
put a keep reeeeal!!!!!
não é mesmocomputação gráfica meixxxxmo. Como diz mamãe, “que tetéia!”.
filme dublado é foda de encarar mesmo, penny. Tirando os cláááássicos da sessão da tarde (minha fala favorita: patrick swayze em dirty dancing “ninguém deixa babe no canto” hauahuahaauhauahau) e Procurando Nemo, o resto é resto. os caras que fazem as legendas dos filmes tbm aprontam das suas… matar piadas é a especialidade deles.
Penny // Junho 15, 2008 às 11:46 am |
O orkut diz:
“Sorte de hoje: Os seus talentos serão reconhecidos e devidamente recompensados”
Assim espero. Papai Noel, estamos contando com você!