Tá certo, o filme não existe de verdade, e se existisse a idéia é horrível de qualquer forma, mas coloquei o vídeo aqui pra alguém me explicar: como é que o cara fez esse trailer? Meu, esses nerds estão cada vez mais profissionais…
Tá certo, o filme não existe de verdade, e se existisse a idéia é horrível de qualquer forma, mas coloquei o vídeo aqui pra alguém me explicar: como é que o cara fez esse trailer? Meu, esses nerds estão cada vez mais profissionais…
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Mamãe ganhou alguns tíquetes de desconto pro cinema aqui de Cachoeiro, mas que infelizmente só são válidos por uma semana, contando a partir de hoje. Aí que eu, toda feliz, fui ligar pro cinema pra saber o que tinha em cartaz (não o que eles têm em cartazes de filmes que nunca vão exibir pendurados na entrada só pra enganar a gente, mas o que eles estão exibindo no momento). Ainda não sei qual o critério utilizado pelos administradores do cinema pra selecionar os filmes que seriam do interesse do público cachoeirense, mas eu, como boa libriana que sou, simplesmente não consigo me decidir sobre qual deles quero assistir primeiro. Peço ajuda a vocês, meus queridos leitores:
Opção 1: As Duas Faces da Lei
Duração: 101 min.
Classificação: 14 anos
Filme de serial killer que mata bandidos. Confesso que quando adolescente gostava de filmes de serial killer. Na verdade eu não tinha muita escolha, já que quem pegava os filmes que a gente assistia quando adolescente era a Milena e ela só alugava suspense com sangue e cabeças rolando. Quando escutei o nome pela gravação simpática e monótona do teleatendimento do cinema não fiquei nem um pouco interessada, mas depois de ver o elenco comecei a acreditar que vale a pena (apesar de gostar mais do De Niro em comédias).
Opção 2: Jogos Mortais V
Duração: 90 min..
Classificação: 18 anos
Nem sabia que já tinham chegado no IV, mas enfim… Também filme de serial killer, da série classificada por meu irmão (grande fã de Velozes e Furiosos) como Genial!. Seguindo a linha do primeiro (único que cheguei a começar a assistir), deve ter um serial killer (óbvio), um mistério envolvendo as mortes (tão original!), muito sangue e pedaços de copos humanos jogados na composição de cena. Uma ótima pedida pra quem quer levar susto e vomitar. Mas se você quiser só vomitar, sugiro que vá a um show do Marcelo Camelo com demonstrações públicas de afeto participação da Mallu Magalhães, ou assista a:
Opção 3: High School Musical 3 – Ano da Formatura
Gênero: Musical dublado. DU-BLA-DOOOOOOOOO!!!!
Duração: 100 min.
Classificação: Livre
Mal posso esperar pelo próximo lancamento: High School Music 4 – Cantando na Universidade.
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Como fiquei curiosa com a mais nova veadagem lançada pelo WordPress, o tal do Poll, vou deixar uma budeguinha aqui pra vocês votarem. Quem votar e escrever nos comentários a justificativa do seu voto vai concorrer a um sensacional tíquete de desconto pro cinema de Cachoeiro*! Participe você também desta fantástica promoção!
* Lembrando que o tal do tíquete só é válido até quinta-feira da semana que vem e que quem ganhar (se alguém votar) vai ter que buscar ele aqui em casa. Não trabalhamos com entregas.
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Etiquetado: as duas faces da lei, Cachoeiro, cinema, filme, high school musical, jogos mortais
Dia desses me perguntaram se eu só assisto filme ruim. Assisto bons filmes de vez em quando também, mas que graça tem falar desses? Bem mais legal é criticar as tosqueiras e a barriga do Ray Winstone!
Mas hoje eu assisti um bom filme que merece ser comentado:
A princípio acreditei se tratar de um documentário sobre transexualidade e achei estranho colocarem uma mulher no papel principal, mas tanto o enredo quanto a atuação de Felicity Huffman me surpreenderam por demais. O filme trata de uma busca pela identidade, não da identidade sexual, simplesmente, mas pela busca da identidade. Não uma busca somente dos transexuais, e sim uma busca humana, de qualquer um, sem categorizações. Colocar a temática do filme sob esta ótica deixou Bree, a personagem principal, numa posição muito empática, alvo de identificação quase que instantânea de quem assiste, e acredito ter sido este, juntamente com a atuação fantástica da atriz, o motivo de tamanho sucesso do filme.
De uma sensibilidade e tanto! Terminei de assistir pensando que a vida não é perfeita, mas que também não presisamos ser.
A história me fez lembrar outro filme independente que assisti há alguns anos, Flores Partidas.
Muito bom, também recomendo. Conta com uma trilha sonora bem legal, que infelizmente até agora não consegui encontrar. Se alguém tiver aí, disponibiliza pra mim, por favor.
UPDATE: Skywalker já me arrumou a trilha de Broken Flowers (brigaduuuuuuuuuuuuuu!). Só não sei como ainda não tinha pensado em procurar no 4shared…
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Ainda vai demorar pra chegar na locadora, porque nem saiu no cinema ainda, mas fica como dica de livro então:
Quero sessões com óculos 3D aqui na roça!
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Etiquetado: cinema, coraline, filme, neil gaiman
Passando na frente da locadora, vi um cartaz com três rostos orientais e parei ao reconhecer um deles: Takeshi Kaneshiro (sim, eu reconheço esse rosto em meio a outros olhinhos puxados). No cartaz estava escrito em letras garrafais e amigáveis o título: “Os Senhores da Guerra”, que curiosamente é o subtítulo de um filme muito bacana do Akira Kurosawa, uma versão do Rei Lear que bebe saquê e come com hashi, mas essa é outra dica de locadora…
Pelo cartaz dava pra deduzir que era um daqueles épicos chineses que estão na moda, com gente voando, roupas bonitas, sangue, roupas bonitas manchadas de sangue, essas coisas… Dessas suposições acertei só no sangue, mas o surpreendente não foi a ausência de pessoas voando, e sim a seleção de idioma no menu do filme: só tinha português e inglês.
Considerando que até onde eu sei, Takeshi não fala português, deduzi que o idioma original do filme era inglês. Achei estranho, porque né? Enquanto o mundo inteiro começa a pensar que aprender mandarim pode ter alguma relevância e não ser, de todo, extremamente difícil e inútil, a China, só pra ser do contra, produz um épico com atores falando inglês? Meu ovo, heim…
Comecei então a assistir o filme só-pra-ser-do-contra sem pessoas voando e em inglês, quando percebi uma coisa estranha, uma sensação meio Fucker and Sucker e reparei que… véi, tava dublado! Véi… O filme era dublado em inglês! Deixa eu explicar pra ficar bem claro: VÉI… O FILME ERA DUBLADO EM INGLÊS! Alguém teve a brilhante idéia de lançar um DVD sem o idioma original do filme, mas com a sensacional opção de dublagem em inglês! Muito bacana! Você tem a possibilidade de escolher ouvir uma dublagem em português ou uma em inglês, comparar em qual delas o som fica pior e em qual os movimentos dos lábios encaixam menos com as falas!
Por incrível que pareça a dublagem em português estava melhor, mas eu tenho um seríssimo problema em prestar atenção na narrativa com aquelas vozes já conhecidas da ]Sessão da Tarde me distraindo. A dublagem americana, então, não dava. Tudo bem que, como dá pra deduzir pelo nome do filme, grande parte das verbalizações consistem em “AAAAAAAAAAAAAAHHHHHHHH!”, “YAAAAAAAAAAAAHHHHHH!”, “HUAAAAAAAAAAHHHHHH!”, frases que não têm muita alteração de uma lingua pra outra, mas juro que quando eles falavam soava mais ou menos assim, ó:

Vamos Fucker! Mova esse traseiro gordo!
Num dá…
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Etiquetado: dublado, dublagem, filme, os senhores da guerra, takeshi kaneshiro, warlords
Eu ia até escrever sobre Batman uns dias atrás, mas o Te dou um dado? já fez a piadinha que eu queria fazer, então vamos para as coisas que sairam de cartaz faistempo.
O orkut me disse ontem:
Sorte de hoje: Você é uma pessoa culta
Aí eu decidi assistir Rambo IV pra mostrar que sou muito culta mesmo e, oi? Tintura de cabelo a gente até engole, mas naoooonde que ele conseguiu uma aplicação de botox em uma aldeia tailandesa?
Ser ou não ser?
A Tailândia vai começar a exportar cobras para a indústria estética mundial.
Recaptulando:
Mel, aguardamos seu retorno, mas vai vir com qual primeiro?

UPDATE: Odeio acertar imagens no WordPress…
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Etiquetado: anos 80, filme, Rambo IV
Um amigo me chamou pra ir ao cinema assistir o segundo filme das Crônicas de Narnia neste fim de semana e, como eu não tinha assistido o primeiro, e eu sei que não dá pra sentar na janelinha quando a gente pega o bonde andando, tive que recusar o convite e ir ao “plano B”, que consistia numa peça chula de teatro.
Sempre gosto de ler o livro antes de ver o filme nessas adaptações, por isso não fui ver o “Caçador de Bibas” até hoje de nem sei quando vou ver, já qeu não consigo terminar de ler. Mas me toquei de que com a quantidade de livro que tenho pra ler, acabaria não vendo narnia nenhuma por uns bons anos se não abrisse mão desse hábito.
Aluguei então o filme 1 hoje, pra poder ver o filme 2 no cinema amanhã e … ãhn… heim?!? É isso? Tipo, onde foi que eles gastaram aqueles milhões da produção? Com o elenco é que não foi, com os efeitos especiais, menos ainda. Seria o suficiente se eles, pelo menos, se tocassem de que eu não preciso ficar pensando que aquelas paisagens todas são, na verdade, um fundo azul (ou verde, whatever…) enquanto assisto o filme.
As cenas de batalha então, uma baderna só! Anão chutando a canela de centauro, criança correndo e gritando… Custava contratar alguém pra ensinar os moleques e as criaturas mitológicas a se portarem em uma guerra?

Oi? Isso não é uma arma de fogo, amigo, é uma espada. Você pode até estar em um mundo mágico, mas não adianta apontar ela desse jeito porque ela não vai fazer “bum” no Lobo Mau.
Aliás, o Lobo Mau, assim como a Chapeuzinho Vermelho Bruxa Malvada e o Rei Leão estavam assustadores! Assustadoramente mal-produzidos!
Enfim, nada de grandes emoções, nada de inovações, nada de surpresas. A única surpresa mesmo ficou por conta de encontrar um nome muito familiar nos créditos do final do filme:

Chuta! Definitivamente, é macumba!
Juro que se encontrar ele no próximo filme que assistir, vou começar a ter pensamentos paranóicos. Mas parece que a computação gráfica foi mais fiel à realidade desta vez do que em Beowulf. Em Narnia ele era esse cara aqui ó:

- I will kill your ‘maunstar‘!
Se eu desisti de ver o filme 2 por conta de toda essa tosqueira? Maneeeiinmoooooorta! Saca só o cabeludo com a espada no cartaz de divulgação:

Ok, isso é muito feio da minha parte, eu sei. Esse moleque aí poderia ser meu filho. Deve ser crise da meia-idade, vou desistir do cinema e alugar Beowulf de novo.
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Etiquetado: filme, Narnia, Ray Winstone
Hoje eu estava me sentindo meio nostálgica: fui ao cinema assistir Indiana Jones. Não soa bizarro dizer “fui ao cinema assistir Indiana Jones”? Pois é, juro que em alguns momentos do filme achava que ia ouvir um “plim plim” seguido de intervalos comerciais.
O filme é bem nostálgico mesmo. Levei comigo uma priminha que não conhecia a trilogia e ela não se divertiu metade do que eu me diverti. Pra quem está afim de uma última cruzada pela infância perdida, é uma ótima opção. Só achei a idéia de vilões russos pra lá de ultrapassada. Isso já saiu de moda há muito tempo, até o Stallone sacou.
Mas enfim, Harrison Ford estava em plena forma, apesar da idade. Infelizmente não dá pra dizer o mesmo de todo o elenco… sabe quem também estava escalado?

Chuta que é macumba!
Por incrível que pareça ele estava ainda mais barrigudo que nessa foto aí em cima. A computação gráfica fez uma falta…
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Etiquetado: filme, Indiana Jones, Ray Winstone
Que Ray Winstone que nada! Certeza que quem interpretou Beat-it-wulf Beowulf foi esse cara aqui:
HAIL! HAIL! HAIL!
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Etiquetado: Beowulf, Ray Winstone