Penny Lane Blog

Entradas categorizadas em ‘Literatura’

Sobre minha atual obsessão por estórias infantis

Setembro 2, 2008 · 2 Comentários

Ainda vai demorar pra chegar na locadora, porque nem saiu no cinema ainda, mas fica como dica de livro então:

Quero sessões com óculos 3D aqui na roça!

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Era uma vez, uma menina que sonhava em escrever um livro…

Maio 13, 2008 · 5 Comentários

Quando era mais nova, pensava que um dia iria escrever um romance que viraria bestseller. Estou lendo um desses livros que acreditava que um dia iria escrever, chama-se “O Caçador de Bibas Pipas”. Ninguém nunca ouviu falar né? Sim, estou lendo mesmo, pode ficar com vergonha de mim porque eu leio bestsellers. Vou deixar aqui que também já li “A Menina que Roubava Cardápios Livros” e “Marley & Eu” e que achei os dois ótimos, pra aumentar a vergonha. Mas poxa, dá um desconto! Poderia ser pior: eu poderia gostar de Paulo Coelho ou de Sidney Sheldon, por exemplo.

Hoje eu estava lendo o tal livro e descobri porque nunca vou escrever um bestseller quando cheguei neste trecho:

Nos velhos tempos, o vento atravessava as planícies irrigadas que cercavam Jalalabad, onde fazendeiros cultivavam cana-de-açúcar, e impregnava o ar da cidade com aquele cheiro adocicado. Fechei os olhos e procurei sentir aquela doçura, mas não a encontrei.

Bixo, isso sim é que é licença poética. Se um dia eu for escrever sobre a minha experiência com cheiro de plantações de cana-de-açúcar, vai ficar assim:

Nos velhos tempos, eu passava todos os dias de buzão, para chegar ao trabalho, por aquelas planícies que cercavam Maratatatataízes, onde a Usina Paineiras cultivava uma plantação imensa de cana-de-açúcar. O vento atravessava as janelas arreganhadas do buzão que ficava impregnado com aquele fedor de merda. Parecia que todos os passageiros do ônibus tinham comido feijoada no dia anterior e decidiram todos empestiar o ambiente ao mesmo tempo. Tampava as narinas e tentava não respirar a catinga de pum, mas não aguentava e sempre inalava aquele fedor de bosta.

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“NON OMNE QUOD RIMAE POEMARUS EST.”

Maio 4, 2008 · 5 Comentários

Gente, tem autores que a gente lê que são tão bons, mas tão bons, que fazem a gente desistir de escrever, porque acaba comparando a obra do dito cujo com a nossa, dá aquela vergonha, aquele sentimento de inferioridade e a gente jura que nunca mais vai colocar os dedos no teclado novamente. Tipo quando eu li Douglas Adams pela primeira vez e achei tão fantástico que desisti de escrever até e-mails engraçadinhos pra amigos por um tempo.
Mas então, hoje encontrei uma nova musa. A mulher é tão boa que estou a ponto de abandonar o blog. Estou quase desistindo de escrever até em bate-papo no msn, pois não me sinto digna de digitar qualquer coisa depois de ler o que li. Ela parece usar o mesmo estilo de um dos meu poetas favoritos, o Tutu. Acho que ninguém lembra de uma das primeiras postagens que fiz no blog antigo com os “Poemas da 3ª Série” do Tutu, nem eu lembrava até encontar essa autora, mas era algo do tipo “Ah! O mar! Me faz vomitar…”
Mas voltando à minha nova musa, leia você também e emocione-se!

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